Fez uma entrevista positiva, com coisas boas. A melhor delas todas é que não vai à Madeira, em altura de eleições, o que é bom para não misturar as coisas, e que não pactua com aquilo que fez Jardim. E sim, já eram horas de se tomar uma posição de (alguma) força com aquele senhor, que passa a vida a dizer que a Madeira pode ser independente, mas que depende mais do continente que muito boa gente.
Numa entrevista cerradinha, onde o entrevistador, que esteve bem, não deu muito descanso, Passos teve todo o tempo para responder às perguntas efectuadas, e algumas incómodas, e foi claro a responder, não me recordando de ter fugido a questões (mas quem se lembrar que o diga...) e disse que caso a Grécia dê o badagaio, podemos ter de pedir um novo empréstimo à troika e também a hipótese de existirem rescisões amigáveis na Função Pública.
Uma boa entrevista, bem diferente dos tempos de Sócrates...
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